Uma das marcas mais importantes para o cooperativismo é transformar sonhos em realidade. Com foco neste ideal, o Sicoob MaxiCrédito alcançou a marca de R$ 1 bilhão em consórcios e auxiliou milhares de cooperados a conquistar suas aspirações. Para o casal de empreendedores Samea e o Jeison Glaeser, o sonho era um lar.
“Esse número reforça a segurança e solidez da cooperativa e a seriedade com a qual fazemos negócios todos os dias. São mais de 100 agências em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul de portas abertas para ajudar nossos cooperados a atingirem seus objetivos financeiros. É isso que nos move dia a dia” ressalta o Diretor Comercial, Eduardo Rissotto.
Donos de uma padaria em Três Coroas/RS, o casal idealizava um lugar espaçoso e confortável para viver com os dois filhos, mas a realidade que se apresentava não era bem essa. Iniciando num novo ramo de negócio, com um filho de nove meses e muitas incertezas, Samea e Jeison conheceram o Sicoob MaxiCrédito através de uma visita feita pelo time da agência para conhecer mais e apresentar soluções financeiras para apoiar o negócio da família.
A parceria evoluiu e com a oferta de novas possibilidades, a tão sonhada casa virou realidade. “Todos os dias passávamos na frente de uma casa e dizíamos: ‘vai ser nossa’. O Pedro, nosso filho, até guardava moedas no cofrinho para ajudar. E com o consórcio do Sicoob conseguimos realizar esse sonho, foi uma emoção que nunca vamos esquecer”, contam.
A história da Samea e do Jeison ilustra a de muitos outros associados que contrataram consórcios no Sicoob MaxiCrédito, realizaram seus sonhos e ajudaram a cooperativa a alcançar a marca de R$ 1 bilhão em consórcios.
“Essa marca é resultado direto da confiança que os cooperados têm na cooperativa. Esse relacionamento próximo, de olho no olho com o cooperado, nos permite participar e contribuir com a vida deles, ajudando a realizar sonhos, a fomentar negócios e a transformar a realidade das pessoas. E esse é o nosso propósito, levar justiça financeira e prosperidade para todos”, destaca o Presidente do Conselho de Administração do Sicoob MaxiCrédito, Ivair Chiella.
“Há sete anos, nem nos nossos melhores sonhos, imaginávamos ter tudo isso. E o Sicoob faz parte disso, acreditou na gente desde o começo”, finaliza o casal Glaeser.
Fonte: Assessoria de Comunicação Sicoob MaxiCrédito.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.
VANIR ZANATTA
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)
A história do desenvolvimento rural em Santa Catarina se entrelaça, de modo indelével, com o trabalho técnico-científico da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri. Em uma época marcada pela aceleração da produtividade no campo e pela urgência de práticas sustentáveis, é imperioso reconhecer o protagonismo dessa instituição na transformação da agricultura catarinense. Seu legado ultrapassa os domínios da pesquisa empírica e se consolida como elemento estratégico de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Estado.
O desempenho da Epagri em 2024 é reflexo de uma trajetória sólida de eficiência e compromisso público. Cada real investido pelo Governo de Santa Catarina retornou à sociedade multiplicado por quase dez, atingindo o valor de R$ 9,77, conforme balanço social da instituição. Essa cifra transcende a métrica financeira: representa incremento da produtividade agrícola, diminuição de custos operacionais, ampliação de áreas cultiváveis, agregação de valor aos produtos e disseminação de conhecimento entre os agentes do meio rural. O impacto global de R$ 11,72 bilhões, gerado pelas 128 tecnologias desenvolvidas no período, atesta a relevância dessa contribuição.
O êxito da Epagri repousa sobre um tripé técnico: a inovação contínua, a sustentabilidade como princípio e a extensão rural como instrumento de transformação. Tecnologias como o feijão preto SCS208 Cronos, resistente a variações climáticas, e o carioca SCS207 Querência, tolerante à antracnose, são exemplos da precisão científica aplicada ao cotidiano do produtor. O arroz SCSBRS 126 Dueto, apto a suportar extremos térmicos, demonstra como a pesquisa pode responder às mudanças climáticas sem sacrificar o desempenho agronômico. Essas cultivares não apenas aumentam a produção, mas ressignificam a segurança alimentar e a resiliência do sistema agropecuário.
É forçoso reconhecer que tais avanços são frutos de décadas de empenho institucional e de uma visão estratégica que compreende o campo como espaço de oportunidades. A atuação da Epagri no fortalecimento da agricultura familiar, na valorização do saber local e na difusão de práticas ambientalmente responsáveis confere-lhe um papel civilizatório. Seu trabalho não se limita à geração de resultados econômicos; traduz-se também na dignificação do agricultor, na preservação dos recursos naturais e no combate à desigualdade estrutural.
Contudo, diante da crescente complexidade dos desafios globais, o fortalecimento da pesquisa agropecuária brasileira exige novos arranjos e investimentos compatíveis com as nações que disputam protagonismo no mercado mundial. A sinergia entre Epagri, Embrapa, universidades, centros tecnológicos, Senar, cooperativas agropecuárias e demais entes públicos e privados constitui o caminho natural para sustentar uma cadeia de inovação sólida e duradoura. Essa integração é condição sine qua non para impulsionar a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio nacional e viabilizar soluções de alto impacto para o presente e o futuro do setor.
As cooperativas, em especial, são parceiras naturais da ciência aplicada. Sua capilaridade social e capacidade organizativa permitem que os frutos da pesquisa se multipliquem nas propriedades rurais. Não é coincidência que experiências exitosas em extensão rural e difusão de tecnologias tenham, historicamente, contado com o apoio do cooperativismo. Tal convergência deve ser incentivada por políticas públicas de fomento, com mecanismos transparentes e eficientes de apoio à pesquisa científica.
A valorização da Epagri, portanto, não é apenas um tributo institucional. É uma estratégia de Estado, orientada pela convicção de que o saber técnico-científico é o motor do desenvolvimento rural sustentável. A continuidade e ampliação dos investimentos nessa área significam, em última instância, um compromisso com a soberania alimentar, com a justiça social e com o progresso de Santa Catarina.
Fonte: MB assessoria de comunicação.
Ao longo de junho, Coopercocal realizou a instalação elétrica da nova sede do Corpo de Bombeiros Militar de Cocal do Sul. Todo o material e a mão de obra necessários para a execução do projeto foram fornecidos pela cooperativa, reafirmando seu compromisso com o sétimo princípio cooperativista, interesse pela comunidade.
“A construção da sede dos Bombeiros é um marco para a segurança de Cocal do Sul. Desde o início, entendemos a importância dessa estrutura e assumimos o compromisso de colaborar com o que sabemos fazer: entregar energia com qualidade e responsabilidade. A Coopercocal está junto com a comunidade e com aqueles que zelam pela proteção de todos. A obra representa mais do que uma parceria: é um compromisso com a vida”, destaca o presidente da Coopercocal, Altair Lorival de Melo.
O apoio à obra foi anunciado durante o lançamento da Ordem de Serviço, realizado em março de 2024, e agora se tornou realidade, contribuindo diretamente para a estruturação de um espaço essencial para a segurança da população.
A nova sede do Corpo de Bombeiros representa um grande avanço para Cocal do Sul, que até então é atendida pela unidade de Urussanga. Com a estrutura própria, o município passará a contar com atendimento direto, mais ágil e com uma equipe preparada atuando localmente, garantindo mais segurança e rapidez no socorro às ocorrências.
Fonte: Assessoria de Comunicação Coopercocal.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.
Edição de 2025 contempla mais de 320 projetos, que beneficiarão mais de 500 mil pessoas
Apoiar entidades e projetos que promovam bem-estar, inclusão, que incentivem o empreendedorismo e promovam impacto positivo nas comunidades onde o Sicoob MaxiCrédito está presente, esses são alguns dos objetivos do Fundo de Desenvolvimento Social, que chegou a sua 3ª edição em 2025. Neste ano, 328 projetos foram contemplados nas áreas de atuação da Cooperativa.
“O Fundo Social do Sicoob MaxiCrédito já é uma ação reconhecida pelas comunidades, e que foi instituído na cooperativa justamente para potencializar nosso impacto positivo e o apoio a instituições que fazem a diferença nas regiões onde estão inseridas. Ficamos muito felizes com a procura”, destaca o Superintendente de Relações Instituições, Fernando Rebelatto.
Puderam se inscrever na 3ª edição do Fundo Social projetos nos seguintes eixos: Cultura, Educação, Esporte, Saúde, Assistência Social, Empreendedorismo Social e Responsabilidade Ambiental. Foram mais de 627 projetos inscritos, que foram avaliados por uma comissão multidisciplinar da Cooperativa, até chegar à definição dos 328 contemplados. Os 328 projetos estão distribuídos em 64 cidades da área de atuação do Sicoob MaxiCrédito, e a estimativa é de que eles impactem em uma população de 500 mil pessoas.
“Importante reforçar que essa iniciativa só é possível graças aos nossos 270 mil associados, que movimentam e fazem bons negócios com a cooperativa, utilizando os serviços e soluções financeiras do Sicoob. Isso se reverte em benefícios para ele (associado) e geram impacto positivo na comunidade onde o próprio associado vive. Os projetos beneficiados pelo Fundo Social possibilitam às entidades ampliarem atendimentos à comunidade, melhorar estrutura, fomentar o empreendedorismo, educação e oportunidades de desenvolvimento social e econômico. É o círculo virtuoso do cooperativismo”, ressalta o vice-presidente do Conselho de Administração do Sicoob MaxiCrédito, Francisco Souza Leite.
Fundo de Desenvolvimento Social
Lançado em 2022, o Fundo de Desenvolvimento Social do Sicoob MaxiCrédito é mais uma demonstração prática do sétimo princípio cooperativista, interesse pela comunidade. A cooperativa demonstra compromisso com as comunidades onde está presente e, através do Fundo, destina até 1,5% do resultado do ano anterior para ações sociais de benefício coletivo.
Nas duas edições anteriores, o Fundo Social destinou aproximadamente R$ 5 milhões, que beneficiaram mais de 800 projetos, impactando na vida de uma população estimada de 900 mil pessoas nas cidades de atuação do Sicoob MaxiCrédito.
Entidades contempladas
Clique neste link
e confira quais entidades foram contempladas no Fundo de Desenvolvimento Social do Sicoob MaxiCrédito em 2025, ou acesse o site: fundosocial.maxicredito.coop.br
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Fonte: Assessoria de Comunicação Sicoob MaxiCrédito.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.
A Cooperja atingiu um marco histórico em 2025: o maior volume de recebimento de arroz em suas unidades industriais. Esse resultado expressivo é fruto do trabalho, dedicação e comprometimento de todos os elos da cadeia produtiva. Mais do que números, esse feito traduz a confiança que os cooperados depositam na cooperativa, fortalecendo ainda mais a parceria e o compromisso com a excelência.
Neste ano, a Cooperja recebeu aproximadamente 300 mil toneladas de grãos, um crescimento significativo em comparação à safra de 2024, que totalizou pouco mais de 232 mil toneladas, e à média de quase 250 mil toneladas registrada em 2023. O volume considera o recebimento de arroz em casca, sementes de arroz, milho e soja. Já são mais de 5,8 milhões de sacas contabilizadas, consolidando um desempenho histórico para a cooperativa.
“Esses números representam a confiança que o cooperado deposita na cooperativa. São frutos do trabalho do agricultor, que cultiva com dedicação e carinho, e também do empenho da nossa equipe, que garante agilidade, qualidade e segurança no recebimento dos grãos. É nas horas difíceis que o agricultor reconhece quem realmente está ao seu lado. A Cooperja foi criada e é administrada para ser a melhor opção de negócios para o produtor rural. Juntos somos mais fortes, e é com esse espírito que enfrentaremos mais um ano de desafios”, destaca o Diretor de Relacionamento e Grãos, Vinícius Cechinel de Moraes.
Entre as cinco unidades industriais de recebimento de grãos — três localizadas em Santa Catarina, uma no Rio Grande do Sul e outra no Maranhão — destaca-se a unidade de Santo Antônio da Patrulha/RS, que mesmo enfrentando a maior enchente de sua história, registrou um aumento de 43% no volume recebido em relação à safra anterior.
Com capacidade estática de armazenamento de 230 mil toneladas, o processamento e a comercialização contínuos durante a colheita possibilitaram um recebimento superior ao limite físico. Com isso, a cooperativa operou com 100% da sua estrutura.
Fonte: Assessoria de Comunicação Cooperja.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.