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Coopervil conquista quatro troféus na 10° edição do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista

Coopervil conquista quatro troféus na 10° edição do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista

A Cooperativa Agropecuária Videirense (Coopervil) foi destaque na edição 2025 do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista (PERC) – Troféu Aury Luiz Bodanese, promovida pelo Sistema Aurora Coop. A cooperativa levou o 2° lugar na categoria geral do Sistema Aurora Coop, já na categoria cooperativa foram outros três troféus nas áreas de leite e suínos.

“O reconhecimento é merecido, a família participa das capacitações que a cooperativa oferece e aplica o aprendizado na propriedade, com resultados excelentes nos produtos. Parabenizamos os três produtores finalistas e convidamos para que mais associados integrados participem dos programas que a cooperativa oferece e assim possam aplicá-los”, destaca o presidente da Coopervil, Luiz Vicente Suzin.

A premiação reconhece os cooperados do Sistema Aurora que alcançam níveis de excelência em suas propriedades a partir da adoção de práticas sustentáveis, preservação ambiental, excelência na gestão, compromisso com a qualidade de vida, melhoria da renda e práticas de intercooperação.

Na premiação geral, Troféu Aury Luiz Bodanese, o produtor Clodomir Piasson, de Videira, conquistou o 2º lugar. Piasson, a esposa e as filhas administram uma propriedade de 39,9 hectares, com suinocultura, produção de leite de vacas holandesas e cultivo de soja. O produtor participou de diversos cursos, como “QT Rural”, “Bem-Estar Animal”, “Conversão Alimentar” e “De Olho na Qualidade”. A associação da família à Coopervil é histórica, uma das primeiras da cooperativa, e foi feita pelo pai de Clodomir, que ganhou a matrícula número 40. 

“Eu confesso que não esperava. A gente faz por amor, esse prêmio mostra que estamos no caminho certo. No passado era diferente, agora o temos mais tecnologia, incentivos, assistência técnica, apoio da Aurora Coop e da Coopervil, não estamos sozinhos. É uma história de gerações e eu quero seguir nesse caminho e passar o legado para as minhas filhas”, ressalta Clodomir

A categoria Cooperativa – Coopervil, reconheceu outros dois cooperados, além de Clodomir, que também foi premiado, todos receberam a premiação pelo destaque nas produções de suínos e leite. Em terceiro lugar, ficou o produtor Francisco Pereira Danielewicz, de Ibiam. A segunda colocação foi conquistada por Ivanize Otilia Michels Gaio, de Rio das Antas. Já Clodomir Piasson ficou com o primeiro lugar.

A premiação ocorreu no último sábado, 10, em Chapecó. O reconhecimento bienal promovido pela Aurora Coop contou com a parceria do Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço de Aprendizagem Rural (Senar), Sicredi, Sicoob, Fundação Aury Luiz Bodanese, Projeto Encadeamento Produtivo e Movimento Excelência SC.

“A Coopervil agradece a todos os empresários rurais que participaram da inscrição do PERC, aos finalistas, a coordenação, equipe técnica, todos os envolvidos, esse é um trabalho realizado por muitas mãos. Agradecemos a Aurora Coop pela oportunidade e por realizar todo o trabalho de desenvolvimento, até chegar ao reconhecimento”, enfatizou Suzin.

Neste ano, 130 propriedades foram inscritas na premiação e, após análise e seleção realizadas pelas cooperativas filiadas, 55 foram visitadas para a avaliação dos auditores. A edição 2025 do PERC premiou 22 empresas rurais.

“É uma satisfação muito grande ver o trabalho dos nossos cooperados ser reconhecido pela prática da boa gestão de suas propriedades, a obtenção de excelentes resultados e fortalecer ainda mais a Aurora Coop. Parabéns a todos os participantes”, comemorou o diretor-presidente da Aurora Coop, Neivor Canton.

Fonte: Assessoria de Comunicação Coopervil.
Editado por: Comunicação Interna OCESC.

Cooperativismo: pujança e contribuição

Cooperativismo: pujança e contribuição

VANIR ZANATTA

Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)

Santa Catarina distingue-se no cenário nacional e internacional por um conjunto de atributos notáveis que moldam sua identidade sociocultural e econômica: a índole pacífica de seu povo, a dedicação ao labor, a valorização da família, o apreço pelas tradições, o respeito à diversidade e a notável capacidade de empreender e inovar. Tais virtudes, que permeiam a formação histórica e social do Estado, encontram consonância plena nos princípios do cooperativismo, doutrina econômica e filosófica trazida pelos imigrantes pioneiros e perpetuada por sucessivas gerações.

O cooperativismo, em sua essência, transcende a simples organização empresarial: representa um modelo de desenvolvimento socioeconômico inclusivo, democrático e sustentável. Em Santa Catarina, essa filosofia encontrou terreno fértil para florescer e consolidar-se como pilar estruturante da economia estadual, estando presente em todos os ramos produtivos — da agricultura ao crédito, da saúde ao consumo, da infraestrutura ao transporte.

Atualmente, o movimento cooperativista abrange mais de 4,7 milhões de catarinenses, movimentando anualmente R$ 91,2 bilhões. Trata-se de uma verdadeira força propulsora do progresso, que articula a produção, eleva a eficiência econômica e fortalece a competitividade de pequenos e médios agentes, que de outra forma teriam dificuldades em sobreviver aos rigores do mercado. Essa pujança foi meticulosamente mensurada pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC), a partir dos dados das 235 cooperativas a ela filiadas, revelando uma realidade de expressiva relevância social e econômica.

Em 2024, o setor cooperativista catarinense registrou um crescimento de 7% em sua receita, superando de forma significativa a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional no mesmo período, que foi de 3,4%. Um dos indicadores mais emblemáticos desse avanço é o aumento do número de cooperados, que cresceu 9,8% no último ano, com a adesão de mais de 419 mil novos associados. Com isso, 58% da população do Estado integra hoje o sistema cooperativo, revelando seu enraizamento na sociedade barriga-verde.

Destacam-se, nesse panorama, as cooperativas de crédito, que congregam 3,6 milhões de cooperados, seguidas pelas de infraestrutura (464.114 associados), consumo (430.339), agropecuária (84.069), saúde (15.280) e transporte (2.901).

O ramo agropecuário se impõe como o mais robusto, sendo responsável por 62,5% dos empregos diretos gerados pelas cooperativas e por 63,2% da receita operacional bruta do setor. Esse desempenho repercute não apenas internamente, mas também no cenário internacional: as exportações das cooperativas catarinenses atingiram R$ 11,63 bilhões em 2024, crescimento de 17% em relação ao ano anterior, impulsionadas majoritariamente pela comercialização de cereais in natura (54,13%) e proteínas animais (43,13%). As projeções para 2025 são igualmente promissoras, com expectativa de incremento de 12% nas exportações, alcançando R$ 13 bilhões em divisas.

Apesar da elevada contribuição ao desenvolvimento, as cooperativas não estão imunes à carga tributária. Em 2024, recolheram R$ 4 bilhões em tributos sobre a receita bruta, o que representa um aumento de 32,6% frente ao exercício anterior.

O protagonismo das cooperativas é inegável: elas respondem por aproximadamente 30% do PIB estadual e por 70% das exportações catarinenses. Essa capilaridade decorre de sua presença marcante nas cadeias produtivas de grãos, leite, suínos e aves, setores fundamentais para a economia do Estado.

O horizonte que se descortina é de otimismo e confiança. Estão previstos investimentos de R$ 2,03 bilhões em 2025, R$ 2,18 bilhões em 2026 e R$ 2,26 bilhões em 2027, destinados à ampliação de estruturas e à elevação da capacidade produtiva. Esses aportes sinalizam não apenas a vitalidade do sistema, mas também sua disposição em continuar liderando o desenvolvimento sustentável e equitativo de Santa Catarina.

Em suma, o cooperativismo catarinense é muito mais do que um modelo de negócios: é uma expressão viva da alma coletiva de um povo que aprendeu a prosperar com solidariedade, eficiência e visão de futuro.

Cidasc divulga o período do vazio sanitário e o calendário de semeadura da soja em Santa Catarina para a safra 2025/2026

Cidasc divulga o período do vazio sanitário e o calendário de semeadura da soja em Santa Catarina para a safra 2025/2026

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) divulga o período do vazio sanitário e calendário de semeadura da soja em Santa Catarina para a safra de 2025/2026 estabelecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na Portaria n.º 1.271
, de 05 de maio de 2025. As medidas, aliadas à proibição do cultivo de soja sobre soja, estão previstas no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) e são fundamentais no contexto da defesa sanitária vegetal, com foco na prevenção e controle da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), uma das doenças mais severas que afetam a cultura da soja.

O vazio sanitário consiste em um intervalo contínuo, durante o qual é proibido cultivar, manter ou permitir a presença de plantas vivas emergidas de soja. Durante esse período, também se torna obrigatória a eliminação de plantas voluntárias (nascidas espontaneamente – soja guaxa) nos campos, visando à quebra do ciclo do patógeno causador da doença. Com o vazio sanitário ocorre a redução da população do fungo no ambiente durante a entressafra, atrasando significativamente a ocorrência da doença na safra seguinte.

Foto: Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Dedev)/Cidasc.

O calendário de semeadura estabelece o período permitido para o plantio da soja, e visa a racionalização do número de aplicações de fungicidas ao longo da safra e, com isso, reduzir a pressão de seleção de resistência do fungo aos fungicidas. 

A ferrugem asiática pode comprometer entre 10% e 90% da produtividade em condições favoráveis à infecção e desenvolvimento do fungo, sendo, portanto, uma das principais ameaças à sustentabilidade da produção de soja no país. A adoção rigorosa do vazio sanitário e do calendário de semeadura é imprescindível para minimizar riscos e garantir a sanidade das lavouras catarinenses.

Para a safra 2025/2026, o território catarinense foi dividido em apenas duas regiões, nas safras anteriores eram quatro regiões. “Propusemos ao Mapa a ampliação em 20 dias do período de semeadura na região que, na safra anterior, abrangia o Meio-Oeste, Planalto Sul, Grande Florianópolis e Norte do Estado. Assim, todos os municípios catarinenses ficaram com janela de plantio de 120 dias, beneficiando os produtores, que antes tinham apenas 100 dias e simplificando a gestão das regiões com diferentes datas no Estado”, explica o engenheiro-agrônomo e gestor do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Dedev) da Cidasc, Alexandre Mees. 

Imagem: Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Dedev)/Cidasc.

Região I: Clique aqui para consultar os municípios que fazem parte da Região I
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Vazio Sanitário da Soja: 04 de julho de 2025 a 12 de outubro de 2025 Período de Semeadura da Soja: 13 de outubro de 2025 a 10 de fevereiro de 2026

Região II: Clique aqui para consultar os municípios que fazem parte da Região II
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Vazio Sanitário da Soja: 13 de junho de 2025 a 21 de setembro de 2025 Período de Semeadura da Soja: 22 de setembro de 2025 a 22 de janeiro de 2026

A imagem a seguir ilustra os períodos de vazio sanitário da soja e períodos de semeadura em relação aos estados do Paraná e Rio Grande do Sul:

Imagem: Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Dedev)/Cidasc.

A Cidasc reforça que o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja visa proteger a produção da maior commodity do agronegócio brasileiro, e, a longo prazo, a produção catarinense também é beneficiada com o sucesso do programa. 

Para mais informações, acesse o site oficial da Cidasc: www.cidasc.sc.gov.br

Fonte: Assessoria de Comunicação CIDASC.

Mais informações à imprensa:
Alessandra Carvalho
Assessoria de Comunicação – Cidasc
Fone: (48) 3665 7000
Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Ministério da Agricultura apresenta programas e reforça parceria com cooperativismo agropecuário de SC

Ministério da Agricultura apresenta programas e reforça parceria com cooperativismo agropecuário de SC

A aproximação com o Sistema OCESC visa ampliar oportunidades para os cooperados e cooperativas catarinenses e o fortalecer as políticas públicas agropecuárias

Com o intuito de fortalecer os laços e fomentar ações conjuntas com o Sistema OCESC, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou os programas de desenvolvimento rural voltados a ampliar o acesso de cooperados e cooperativas catarinenses às políticas públicas federais. A ações visam aumentar ainda mais a sustentabilidade e a competitividade do setor agropecuário de Santa Catarina.

“O cooperativismo catarinense é fundamental para as ações do Ministério da Agricultura e Pecuária. Ele possui uma capilaridade extraordinária, alcançando todas as regiões de Santa Catarina através de seus associados, o que possibilita a disseminação de informações sobre as políticas públicas e programas do Mapa. Grande parte dessas políticas passam pela organização dos produtores em torno de um objetivo comum e ninguém entende melhor de organização de produtores rurais do que as cooperativas” ressaltou o chefe da Divisão de Desenvolvimento Rural da Superintendência Federal de Agricultura no Estado, Antônio Carlos Pias de Castro.

Durante a apresentação, foram destacados programas nas áreas de sustentabilidade, acesso a mercados, incentivos fiscais, capacitação, conectividade no campo, sanidade agropecuária e outras frentes estratégicas. Com 44 cooperativas agropecuárias, Santa Catarina se destaca nacionalmente pela força na produção de carnes, grãos, leite e insumos agrícolas. A atuação integrada entre o cooperativismo catarinense e o Mapa pode potencializar políticas de crédito, sanidade, infraestrutura e inovação no campo.

“A presença do Ministério da Agricultura em nossa sede e a apresentação dos programas federais voltados ao desenvolvimento rural reforçam o compromisso que temos em atuar como elo entre as cooperativas catarinenses e as esferas de governo. Nosso papel é transformar essas políticas públicas em resultados concretos para o setor cooperativista, facilitando o acesso a iniciativas que gerem competitividade, inovação e sustentabilidade no campo. O cooperativismo é, por natureza, um modelo eficiente de organização e execução e, quando caminhamos junto com o poder público, conseguimos ampliar os impactos positivos nas propriedades, nas comunidades e na economia do estado”, destacou o diretor superintendente da OCESC, Ricardo Miotto.

Os programas apresentados traçam diretrizes para políticas públicas que abrangem segurança alimentar, modernização tecnológica, desenvolvimento sustentável, incentivo à agricultura familiar, irrigação e autossuficiência em insumos agrícolas. Todos trazem oportunidades concretas de participação para as cooperativas e para os cooperados.

“Sendo de interesse do produtor rural, é também de interesse do Mapa e das cooperativas. Espero que este tenha sido apenas o primeiro de muitos encontros que se desdobrarão em ações conjuntas para atender melhor o público rural. A Superintendência Federal de Agricultura de Santa Catarina se coloca à disposição do cooperativismo para todas as iniciativas que promovam a sustentabilidade e a competitividade do produtor catarinense”, enfatizou Antônio Pias.

O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 12, na sede do Sistema OCESC, e contou com a presença do superintendente interino do Ministério da Agricultura e Pecuária em Santa Catarina, André Vallim; do chefe da Divisão de Desenvolvimento Rural da Superintendência Federal de Agricultura no Estado, Antônio Carlos Pias de Castro; do diretor superintendente da OCESC, Ricardo Miotto; do coordenador técnico do ramo agro da OCESC, José Padilha; e da coordenadora de sanidade animal da OCESC, Ana Paula Martello.

Fonte: Comunicação Interna OCESC.

Sicoob participa da 12ª Semana Nacional de Educação Financeira

O Sicoob estará presente na Semana Nacional de Educação Financeira (Enef), de 12 a 18 de maio, promovida pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF). Com foco em crianças e jovens, o tema da edição deste ano busca preparar a sociedade para escolhas mais conscientes. A atuação do Sicoob reforça seu compromisso institucional com a construção de um futuro financeiramente mais responsável.

O Sicoob, fiel ao 7º princípio do cooperativismo - que sinaliza que as cooperativas devem trabalhar para o desenvolvimento sustentável das comunidades em que estão inseridas - atua com a convicção de que a educação financeira transcende gerações.

“Capacitar jovens e adultos com o conhecimento e as ferramentas para gerir suas finanças não apenas fortalece o indivíduo, mas irradia benefícios para toda a sociedade, construindo comunidades mais resilientes e preparadas para os desafios econômicos. Essa iniciativa reflete o cerne do cooperativismo, em que o desenvolvimento financeiro de cada membro contribui para o bem-estar coletivo”, reflete Luiz Edson Feltrim, superintendente de Cidadania e Sustentabilidade do Sicoob.

Ao todo, em 2024, as iniciativas das cooperativas na semana Enef beneficiaram mais de 242 mil pessoas, em mais de 2,5 mil ações. Cooperativas do Sicoob, de todo o país, participarão com atividades regionais. Cada uma delas desenvolveu uma programação específica e adaptada às necessidades e características de sua comunidade. “Essa abordagem permite que as iniciativas sejam mais relevantes e impactantes, alcançando público diversificado com conteúdos que dialogam com a realidade local”, ressalta Feltrim.

Fonte: Sicoob – Assessoria de Imprensa.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.

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