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OCESC participa de Fórum dos Presidentes 2023 promovido pelo Sistema OCEPAR

OCESC participa de Fórum dos Presidentes 2023 promovido pelo Sistema OCEPAR

O evento, realizado anualmente pelo Sistema OCEPAR, reúne mais de 200 lideranças cooperativistas em Foz do Iguaçu (PR) e, nesta edição, apresenta o tema “Conectando cooperativas através dos continentes: fortalecendo parcerias entre Brasil e Europa”. Pautas que impactam os negócios, como ESG, infraestrutura e logística, também estão contempladas no encontro, que encerra nesta sexta-feira (16).

A Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) está representada pelo presidente Luiz Vicente Suzin, e pelo superintendente Neivo Luiz Panho. Suzin destaca que é um privilégio participar do evento e parabeniza a OCEPAR pela iniciativa. “É grandioso e notável o desenvolvimento das cooperativas. Na região sul, o impacto positivo gerado pelo sistema cooperativista cresce a cada ano. E o fórum nos dá a oportunidade de discutir pautas importantes para manter as nossas cooperativas atuantes e cada vez mais competitivas no mercado”, ressalta Suzin.

Assessoria de Comunicação Interna Sistema OCESC

Cooperativistas debatem Plano Safra 2023/24 com o ministro da Agricultura

As articulações do Sistema OCB por um Plano Safra mais robusto para impulsionar a agropecuária brasileira continuam. Nesta segunda-feira (12), o presidente Márcio Lopes de Freitas, acompanhado de mais de 350 lideranças do cooperativismo agro e de crédito de todo o país estiveram reunidos, virtualmente, com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, para reforçar os pleitos do movimento em defesa, especialmente, do crédito rural. Márcio Freitas iniciou agradecendo a atenção que o ministro tem dado ao movimento e às cooperativas pelo empenho e colaboração. “Somos responsáveis por 53% da originação agrícola e pela distribuição de 64% dos insumos para a agricultura. Nosso movimento gera mais que desenvolvimento econômico, gera prosperidade. Então, precisamos de um plano que dê condições para nossos negócios fluírem. Estamos crescendo e a política agrícola é fundamental nesse sentido”, disse.

Sob o viés internacional, ele reforçou que as cooperativas estão buscando cada vez mais levar seus produtos para outros países e que é necessário mais crédito para financiar estes processos. “Sabemos que a capacidade do governo é limitada, embora haja vontade. Precisamos construir soluções viáveis com transparência e queremos colaborar com isso junto ao Ministério da Agricultura e ao governo como um todo”, considerou.

A manutenção da atual arquitetura de crédito rural e o aumento do volume de recursos para financiamento também foram pontos de fala do presidente da OCB. Ele solicitou novamente a ampliação das condições e dos percentuais de exigibilidade de aplicação no crédito rural por parte das instituições financeiras e do orçamento federal direcionado à equalização das taxas de juros abaixo dos dois dígitos. Márcio Freitas também convidou o ministro e o presidente Lula para conhecerem as boas práticas de uma cooperativa do Ramo Agro.
 
Plano Safra
Para falar mais precisamente das reivindicações do movimento para o Plano Safra 2023/2024, o coordenador nacional do Ramo Agro do Sistema OCB, Luiz Roberto Baggio, fez uma apresentação com os principais pontos a serem otimizados para garantir a plena atividade do segmento. Ele evidenciou a necessidade de um montante mínimo de R$ 410 bilhões, sendo R$ 125 bilhões para investimentos e outros R$ 285 bilhões para custeio. Outros destaques foram o fortalecimento da atual política de crédito e seguro rural; a elevação dos tetos para contratações frente ao encurtamento das margens de custos de produção e recuo dos preços agrícolas do país, com foco em linhas de investimento.

Sobre as taxas de juros, a articulação é no sentido de deixá-las abaixo de dois dígitos em todas as linhas de planejamento agropecuário. Outro pleito é a manutenção e elevação das exigibilidades de depósitos à vista de 25% para 34%; da poupança rural de 59% para 65%, e da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) de  35% para 60%, com isenção tributária. A ampliação orçamentária do Seguro Rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) também foram defendidas como forma de mitigar riscos à produção e ao mesmo tempo ampliar a abrangência e a efetividade das ações.

Baggio relatou ainda que o principal desafio do cooperativismo agropecuário este ano é a questão da armazenagem. Ele cobrou uma linha específica e permanente para a construção de armazéns. Sobre a sustentabilidade ambiental, avaliou como “fundamental fomentar o acesso das cooperativas do agro como beneficiárias estratégicas dos programas vigentes e a criação de novos direcionamentos à promoção da sustentabilidade ambiental no agro nacional”.

Em relação ao acesso ao crédito, Baggio ressaltou que as cooperativas financeiras podem fortalecer as políticas para o setor, por sua capilaridade e efetividade. “Hoje temos o BNDES como principal instrumentalizador dessas políticas de maneira direta ou indireta e para o direcionamento de recursos. Dentro deste aspecto, o grupo técnico do cooperativismo está à disposição do ministério para construirmos um projeto equivalente à pujança do agronegócio”, asseverou. O ministro Fávaro, por sua vez, declarou que os números apresentados pelos cooperativistas estão na direção do que ele planeja. Segundo ele, o plano será divulgado na última semana de junho, uma vez que as articulações por um volume maior estão sendo feitas entre os ministérios. Fávaro contou que o plano já tem apoio das pastas de Planejamento e Orçamento, da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário.

“Sou um entusiasta do cooperativismo e sei da força que ele tem para transformar a vida das pessoas em escala. Sou cooperado e minha família também. O movimento cooperativista é fundamental para a economia do país e o apoio do Sistema OCB é muito importante para nós do ministério. Sabemos da força política que representam por meio de governadores, deputados e senadores, ainda mais nesse momento de tomada de decisão”, reconheceu o ministro.

Fávaro também concordou com Baggio no que diz respeito ao planos de armazenagem. “A infraestrutura tem que caminhar na mesma linha da produção, então precisamos investir em armazenagem e como um programa permanente. Estamos buscando essas equalizações também”.

O ministro citou ainda a defasagem que o plano vem enfrentando desde 2014. “Se considerarmos as correções, tivemos uma perda de R$ 20 bilhões de lá para cá. Podemos pensar em linha de crédito dolarizada, inclusive para armazenagem, agroindústria, recuperação de solo e outros custeios. Tudo de forma acessível e competitiva para os produtores. Talvez possamos buscar prazos mais longos, como 15 anos, e entre 2 e 3 anos de carência, que é quando vão começar a operar de fato. Temos grandes oportunidades para ampliar isto sem nos restringirmos apenas ao Plano Safra”, avaliou.

Fávaro relatou que o Plano Safra 2023/24 está baseado na Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e que as cooperativas podem ficar tranquilas pois já praticam uma agricultura sustentável. “Em que lugar do mundo o produtor se apresenta para o governo para cadastrar sua propriedade rural, como acontece no Cadastro Ambiental Rural (CAR)? Isso tem que ser um prêmio. Então, vamos gradativamente colocar condições para que eles adquiram percentuais de compensações como a aquisição de produtos biológicos, a questão trabalhista, o recolhimento de embalagens e outras boas práticas. A sustentabilidade é uma prática de mais de 80% dos produtores e precisamos desmistificar isso para o mundo para termos mais escala”, enfatizou.

O ministro declarou que a participação das cooperativas de crédito também precisa ser fortalecida. Ele respondeu alguns questionamentos mais urgentes, como a recorrente estiagem no Rio Grande do Sul. “Não adianta fazermos uma prorrogação das dívidas do último ano, porque isso passa por uma repactuação atrelada a adoção de boas práticas. Temos que abrir linhas e incentivar os produtores a fazerem calagem, calcário, perfil de solo, entre outras medidas que vão minimizar os impactos das próximas secas. É só observarmos a história da região Matopiba, onde eles superam isso com boas práticas agrônomas. Precisamos ainda de linha de crédito e outras políticas para complementar e restaurar a estabilidade dos produtores gaúchos”, exemplificou.

O presidente Márcio explicitou as diferenças regionais e ressaltou novamente que as cooperativas de crédito podem fazer a diferença na operação dos fundos constitucionais. “O Nordeste tem tudo para crescer e tenho exemplos dentro do cooperativismo que demonstram que isso é possível. Em Petrolina e Juazeiro temos cooperativas que exportam frutas, então podemos estimular a agricultura sustentável na região se utilizarmos melhor os recursos dos fundos constitucionais que também precisam fazer parte do plano agrícola. Desta forma, alivia-se também a necessidade de mais subvenções”, colocou.

Fávaro declarou total apoio à operacionalização dos fundos pelas coops de crédito. Ele solicitou sugestão do movimento sobre como criar uma linha de crédito específica. E, em referência ao Seguro Rural, ele foi incisivo ao dizer que o fortalecimento desse instrumento é necessário para o setor ter tranquilidade e estabilidade em suas atividades.

Sistema OCB

Jornalistas lotam sede da Associação Catarinense de Imprensa para lançamento do 3º Prêmio ACI OCESC de Jornalismo

Jornalistas, estudantes de jornalismo e convidados lotaram a sede da Associação Catarinense de Imprensa (ACI) – Casa do Jornalista na noite dessa terça-feira (6) para o lançamento do Prêmio ACI OCESC de Jornalismo, que chega à terceira edição, numa parceria com a OCESC. O evento, que teve transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da ACI e pelo Instagram da entidade, contou com a participação dos jornalistas Thais Bilenky (Revista Piauí e podcast Foro de Teresina) e Edu Ribeiro (Fala Brasil, da Record TV), que durante uma hora e meia debateram com a plateia os desafios da imprensa, o impacto da tecnologia no trabalho dos repórteres e o futuro da profissão.

“Foi um evento memorável por vários motivos. Recebemos muitos estudantes, jovens futuros jornalistas que ainda não conheciam a nossa entidade. Tivemos a companhia de veteranos da profissão, que há muito tempo não frequentavam a nossa sede. Esta convivência entre as gerações passadas e as novas gerações é muito enriquecedora para todos. Aprendemos mutuamente. Além disso, muitos colegas das redações prestigiaram o bate-papo”, disse a presidente Déborah Almada, que em seu discurso destacou a importância do jornalista para o jornalismo. “Nada substitui o talento das pessoas”.

A terceira edição do Prêmio ACI OCESC de Jornalismo traz novidades. A categoria jornalismo visual deu espaço para uma nova categoria de jornalismo – webjornalismo multimidia. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo portal da entidade no https://www.casadojornalista.org/

ACI Casa do Jornalista

Sicoob lança Home Broker e amplia portfólio de produtos de investimento aos cooperados

O objetivo é simplificar o acesso aos produtos disponíveis na Bolsa de Valores 

A partir desta terça-feira, 6 de junho, os mais de 7 milhões de cooperados do Sicoob têm acesso direto ao mercado de renda variável por meio do Home Broker, ferramenta que integrará a plataforma de investimentos da instituição financeira cooperativa, disponível no App Sicoob e internet banking.

A plataforma de investimentos do Sicoob foi desenvolvida com o objetivo de proporcionar uma experiência completa para o cooperado, organizando sua carteira de investimentos e simplificando as operações, tudo em um único lugar. Nela, os cooperados ganham maior autonomia, flexibilidade e agilidade no gerenciamento de seus investimentos.

Com apenas alguns cliques, os cooperados têm acesso a uma ampla variedade de investimentos em renda fixa, como RDC, LCA, LCI e Tesouro Direto. Além disso, com o lançamento do Home Broker, terão a opção de investir em renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs e BDRs.

Ao diversificar seu portfólio de produtos, o Sicoob fortalece o relacionamento com seus cooperados e espera atrair a atenção de uma parcela significativa da população interessada em ingressar no mercado de renda variável. Conforme dados da B3, nos últimos cinco anos, o número de investidores individuais na Bolsa cresceu mais de 700%, atingindo a marca de 5 milhões de pessoas.

De acordo com a instituição financeira, o lançamento do Home Broker ajuda a democratizar o acesso a investimentos em renda variável. "O lançamento do Home Broker representa um marco importante para o Sicoob, pois robustece a nossa prateleira de produtos de investimento, assumindo papel relevante no processo de fidelização do cooperado, que não precisa mais buscar outras instituições para ter acesso ao mercado de renda variável”, comenta o diretor de Operações e Produtos do Sicoob, Marcos Borges.

O Sicoob tem como um de seus pilares oferecer produtos e serviços com taxas e tarifas mais justas e competitivas, e com o Home Broker não será diferente: a taxa de corretagem será de R$ 2,10 para ações e BDR´s, já as operações com fundos imobiliários e ETF´s serão isentas.

A plataforma de investimentos possui diversas funcionalidades, como consulta da carteira e análise de rentabilidade, acompanhamento da evolução, praticidade na hora de investir e resgatar, informações do perfil do investidor e simulação de investimento. Além disso, o Sicoob afirma que em breve a ferramenta fornecerá recomendações de investimentos e uma série de conteúdos gratuitos sobre finanças e educação financeira.

Lançamento na B3

Para celebrar esse momento, em parceria com a B3, foi realizada uma cerimônia com o toque de campainha durante a abertura do pregão. O evento contou com a participação dos conselheiros de Administração do Centro Cooperativo Sicoob (CCS); do diretor-presidente, Marco Aurélio Almada; do diretor de Operações e Produtos, Marcos Borges; do diretor de Tecnologia da Informação, Antônio Vilaça Júnior; do diretor Comercial e de Canais, Francisco Reposse Junior; e outros dirigentes e profissionais da instituição financeira cooperativa.

Comunicação e Marketing Sicoob Central RS/SC

Sistema Financeiro Cooperativo assume vanguarda dos meios de pagamentos e participa do piloto do Real Digital

As cooperativas Unicred, Sicoob, Sicredi, Ailos e Cresol estão entre as Cooperativas aprovadas pelo Banco Central

Cooperativas de crédito irão participar de simulações de pagamento, colaborando diretamente para a aprimoração e sucesso do sistema. A coalizão SFCoop, Sistema Financeiro Cooperativo, formada pela Unicred, Sicoob, Sicredi, Ailos e Cresol com o objetivo de testar o Real Digital em ambiente proposto pelo Banco Central, comemora a inclusão do grupo no rol de coalizões aprovadas pelo órgão regulatório e avalia como indispensável a participação do cooperativismo financeiro nas discussões de desenvolvimento da estruturação da tokenização da moeda soberana brasileira.

O cooperativismo financeiro brasileiro tem agentes de vanguarda no Sistema Financeiro Nacional, participando ativamente do desenvolvimento de temas como Pix e Open Finance. É importante que as cooperativas unam esforços nessa coalizão, tornando o tema ainda mais acessível para players de diversos portes, tamanhos e estruturas. O Banco Central acerta em possibilitar a democratização dessa discussão.

De acordo com Luís Augusto Schüler, diretor de Produtos e Tecnologia da Unicred, participar do Piloto RD, que é a fase de testes para operações com o Real Digital, representa o sucesso do cooperativismo de crédito em se lançar em processos inovadores no segmento de meios de pagamento.

"Cooperativismo é benefício por meio da união, e conseguimos demonstrar isso na prática com essa experiência, que vai acontecer em um primeiro momento em ambiente simulado, sem envolver transações ou valores reais”. O executivo explica que, nessa fase, o Banco Central irá avaliar os benefícios da programabilidade de uma plataforma de tecnologia de registro distribuído (Distributed Ledger Tecnology - DLT) multiativo para operações com ativos tokenizados.

Nesta fase do Piloto RD, serão testadas funcionalidades de privacidade e programabilidade por meio da implementação de um caso de uso específico – um protocolo de entrega contra pagamento (DvP) de título público federal entre clientes de instituições diferentes, além dos serviços que compõem essa transação.

Dentro do ambiente para testes, a coalizão está focada em experimentar a tendência de tokenização de ativos e estudar os benefícios que esse tema pode trazer para o segmento cooperativista.

Estrutura de Comunicação – Assessoria de Comunicação

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