Alinhado ao objetivo estratégico de fomentar práticas de sustentabilidade pelas cooperativas, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) abre na segunda-feira, 03 de fevereiro, o Ciclo 2025 do Diagnóstico ESGCOOP.
A edição é destinada às cooperativas aderentes ou que queiram aderir ao Diagnóstico ESGCOOP. O prazo máximo para o preenchimento é até o dia 31 de dezembro de 2025. O Diagnóstico ESGCOOP tem como objetivo mapear e avaliar o grau de implementação das práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) nas cooperativas catarinenses, com o intuito de promover o alinhamento estratégico ao desenvolvimento sustentável e à gestão.
A iniciativa proporciona uma visão detalhada sobre como as cooperativas estão incorporando os pilares ESG em suas operações e estratégias, identificando tanto as boas práticas quanto as áreas que necessitam de aprimoramento.
Para mais informações sobre adesão ou os benefícios do Diagnóstico ESGCOOP, entre em contato por meio do e-mail
Fonte: Assessoria de Comunicação Interna SESCOOP/SC.
Na próxima segunda-feira, 03, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) abrirá do Ciclo 2025 do Diagnóstico de Governança e Gestão (PDGC). A promoção e a adoção de boas práticas de gestão e governança contribuem para o crescimento e a sustentabilidade das cooperativas.
O prazo final para o preenchimento dos instrumentos do Ciclo 2025 será no dia 31 de agosto. Avaliar a aplicação e a efetividade da gestão e da governança cooperativas é fundamental para o desenvolvimento dos negócios, para isso, o PDGC oferta subsídios que auxiliam no aprimoramento das práticas.
O Diagnóstico de Governança e Gestão possibilita que as cooperativas catarinenses planejem, executem e monitorem seus processos. Com o apoio do SESCOOP/SC, os resultados obtidos em cada ciclo são utilizados para realizar ajustes e melhorias.
Para mais informações sobre o Diagnóstico de Governança e Gestão, entre em contato através do e-mail
Fonte: Assessoria de Comunicação Interna SESCOOP/SC.
Na última semana, foi sancionada a Lei nº 15.103
, que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten). O Programa é um marco para a adoção de fontes renováveis de energia e pode trazer benefícios diretos para o cooperativismo, especialmente no ramo de infraestrutura.
Entre as áreas contempladas estão o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, a valorização energética de resíduos, a modernização da infraestrutura de geração e transmissão de energia e a substituição de fontes poluentes por alternativas renováveis. O Paten também estimula a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias de captura e armazenamento de carbono, hidrogênio verde, biogás e outras soluções de energia sustentável.
Em se tratando de medidas de incentivo, destaca-se o uso de créditos tributários e precatórios de pessoas jurídicas como garantias para financiamentos de projetos de transição energética, o que facilita o acesso a recursos com taxas de juros mais atrativas.
A nova legislação ainda cria Fundo de Garantias para o Desenvolvimento Sustentável (Fundo Verde). O Fundo será administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e garantirá recursos para o financiamento de iniciativas de baixo carbono, sem a necessidade de garantias reais, o que reduz custos para os investidores.
O acesso ao Fundo Verde abre possibilidades concretas de expansão e modernização para as cooperativas, que terão mais recursos para investir em tecnologias, ampliar a geração distribuída, contribuir para a interligação de redes e eficiência energética.
“A publicação desta lei representa um avanço histórico para o setor cooperativista. As cooperativas têm um potencial enorme de levar inovação e sustentabilidade para regiões onde grandes empresas muitas vezes não chegam. Este marco legal nos aproxima ainda mais dos objetivos de desenvolvimento sustentável e das necessidades energéticas de Santa Catarina e do Brasil”, afirma Vanir Zanatta, presidente do Sistema OCESC.
Fonte: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.
VANIR ZANATTA
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)
Declarado pela ONU como o Ano Internacional das Cooperativas, 2025 inicia com um cenário que mistura preocupação e otimismo. No Brasil, a ameaça de recrudescimento da inflação e até de recessão técnica está na pauta do Governo e do setor produtivo. Nesse contexto, valorizam-se o papel do cooperativismo como parte da agenda estratégica do país, os diferenciais das sociedades cooperativas e seu impacto para o desenvolvimento das microrregiões.
O Ano Internacional das Cooperativas realça a atuação dessas sociedades no combate à fome, na garantia da segurança alimentar e na melhoria da nutrição no Brasil e no mundo, principalmente por meio de uma produção agropecuária sustentável.
Parte dos desafios das cooperativas para se empreender no Brasil, assim como das empresas em geral, está relacionado à busca por um ambiente de negócios favorável, o que significa criar uma contextura de previsibilidade, estabilidade econômica, controle da inflação, infraestrutura e logística, qualificação profissional e políticas de incentivo social e econômico.
O setor não quer privilégios, mas, como já demonstrou a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), é legítimo e necessário propugnar por justiça social e adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, legislações e políticas públicas de apoio e estímulo ao cooperativismo e a inserção do cooperativismo em novos mercados. O cooperativismo é um modelo societário que harmoniza o econômico e social, com forte presença do trabalho colaborativo e do esforço conjunto. Tudo emoldurado pelo senso de comunidade, transparência, sustentabilidade e integridade.
As cooperativas são parceiras na implementação de políticas públicas de inclusão financeira e produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional e local, combate à fome, dentre outros importantes benefícios. Ou seja, o cooperativismo tem reconhecida relevância como modelo econômico sustentável e socialmente responsável.
Esse não é apenas um ideário romântico, mas age concretamente na vida do cidadão, como exemplifica o fato de 53% da produção de grãos do país passar por cooperativas; 71,2% dos produtores de cooperativas são da agricultura familiar que contam com mais de 8 mil profissionais dedicados à assistência técnica e extensão rural.
O Ano Internacional certamente permitirá novos avanços, como a modernização das estruturas de governança das cooperativas, o reforço de fontes orçamentárias, adequação de linhas de crédito oficiais para todos os segmentos do cooperativismo, garantindo a continuidade das atuais políticas de fomento ao modelo de negócio cooperativista.
Outra inovação em tela é a adequação da legislação cooperativista para viabilizar investimentos externos nas sociedades cooperativas, com a manutenção da gestão societária nas mãos dos cooperados. Trata-se de um movimento consonante com atualizações legais internacionais e necessário para garantir que o crescimento e os novos investimentos do sistema cooperativo possam ser realizados dentro do próprio cooperativismo, sem a necessidade imperiosa da criação de novas estruturas não-cooperativas.
Enfim, no Ano Internacional, as cooperativas continuarão cada vez mais essenciais e protagonistas da jornada social e econômica do Brasil.
Entre os dias 19 a 22 de fevereiro ocorrerá a edição 2025 do Itaipu Rural Show, evento de difusão de tecnologias e tendências para o agronegócio. A expectativa da Comissão Central Organizadora é superar os 50 mil visitantes, que contarão com mais de 300 expositores, além de melhorias e ampliações no Parque de Exposições da Itaipu, em Pinhalzinho/SC.
Em negócios a expectativa é ultrapassar os R$ 200 milhões. Serão mais de 30 empresas de sementes, adubos e defensivos. Na linha de máquinas, equipamentos e veículos serão mais de 60 empresas. Para o setor de pecuária são esperados 40 expositores leiteiros, 20 de suínos e 20 de aves. Já entre empresas de nutrição e medicamentos, energia, alimentação, agência bancárias e cooperativas de crédito e de segmentos diversos serão mais de 80 expositores.
Entre as atrações de destaque confirmadas estão a 8ª Exposição e Julgamento de Animais e a 5ᵃ Etapa do Circuito Nacional das Raças Jersey e Holandês. A nova arena para o desfile dos animais terá mais arquibancadas e cobertura térmica. Os julgamentos acontecerão no dia 21 e 22 de fevereiro. O evento contará ainda com mais de 60 palestras e minicursos disponíveis.
O 26° Itaipu Rural Show é promovido pela Cooper Itaipu e conta com o patrocínio da Prefeitura de Pinhalzinho, Sicoob, Ceraçá e SESCOOP/SC. Através de diretriz própria, o SESCOOP/SC apoia eventos de difusão tecnológica com a perspectiva de que as cooperativas se fortaleçam através da absorção de tecnologias pelos seus associados.
O evento será realizado no centro de difusão de tecnologias da Cooperitaipu, Km 580 - BR-282, Município de Pinhalzinho/SC. O horário de visitação é das 8h30min às 19h30min. A entrada e estacionamento são gratuitos.
A programação completa está disponível nas mídias sociais da exposição e também no site: www.itaipururalshow.com.br
. Abaixo, as palestras de destaque da 26° Edição:
19 de fevereiro, às 14h30min
Luiz Arthur Nogueira: “Futuro Econômico: Desafios e Oportunidades”.
20 de fevereiro, às 14h
Neivor Canton: “Visão da Aurora Coop sobre o Mercado de Carnes”.
21 de fevereiro, às 14h
Maritânia Bagnara e Gianne Wiltigem - “Felicidade Exponencial”.
Fonte: Assessoria de Comunicação Cooper Itaipu.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna OCESC.