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Gestora de Investimentos do Sicoob é classificada como “Forte” por agência internacional

Gestora de Investimentos do Sicoob é classificada como “Forte” por agência internacional

A classificação atribuída pela agência destaca a excelência da gestora em aplicar estratégias de investimentos, aliando segurança e rentabilidade

A Fitch Ratings elevou o Rating de Qualidade de Gestão de Investimentos da Sicoob DTVM para ‘Forte’, subindo de “Proficiente”. De acordo com a agência, a perspectiva do rating nacional de longo prazo é estável. A avaliação da Fitch reforça a solidez da Sicoob DTVM como gestora de investimentos e reconhece a capacidade da instituição em executar estratégias conservadoras de renda fixa de forma consistente e eficaz.

Segundo a agência, o aumento da classificação se deve a diversos fatores: a experiência do Sicoob em investimentos de renda fixa, a equipe de gestão competente, a forte estrutura de controle, governança e de tecnologia, além da estabilidade financeira da instituição e o elevado volume de ativos sob gestão do Sicoob. 

A elevação do rating reconhece os investimentos significativos em sistemas desde 2023, incluindo plataformas de best executionperformance attributionDatabricks e sistema front-office da Bloomberg.

A DTVM também aprimorou seus sistemas de risco, middle e back-office. O rating considera o robusto processo de investimento em renda fixa, a forte reputação da gestora e do grupo Sicoob, a equipe experiente, a estrutura de controle, governança e tecnologia, o apoio do Banco Cooperativo Sicoob S/A. ("AAA (bra)" com Perspectiva Estável) e o expressivo volume de ativos sob gestão (AUM).

Com crescimento do AUM de 12% no primeiro semestre de 2024 e 24% em 2023, atingindo R$ 130 bilhões, a Sicoob DTVM apresenta desempenho destacado em relação à indústria local. O lançamento de fundos de renda variável em 2024 e planos para fundos de recebíveis, cambiais e imobiliários em 2025 demonstram o compromisso com a expansão, acompanhada por investimentos em sistemas e contratação de profissionais.

“Recebemos esta notícia com alegria, pois esse resultado é fruto de um trabalho consistente e alinhado aos princípios cooperativistas. Essa conquista demonstra nosso compromisso em oferecer aos cooperados um ambiente seguro e transparente para realizar suas operações financeiras e investimentos, alinhado aos mais altos padrões de mercado”, afirma Rubens Rodrigues Filho, diretor de Riscos e Controles do Sicoob. O executivo explica que o Sicoob mantém baixas taxas de administração, uma vez que busca democratizar o acesso a serviços financeiros no país.

O Sicoob é um dos dois maiores grupos do sistema financeiro cooperativo e conta atualmente com R$ 348 bilhões em ativos. Composto pelo Banco Sicoob, pela Confederação Sicoob, 14 cooperativas centrais, 329 cooperativas singulares e 4,6 mil pontos de atendimento, o Sicoob agrega, hoje, mais de 8,5 milhões de cooperados.

Fonte: Sicoob – Assessoria de Imprensa.

Novo filme institucional da Aurora Coop valoriza a essência do sistema cooperativista

Novo filme institucional da Aurora Coop valoriza a essência do sistema cooperativista

A Aurora Coop lançou na última quarta-feira (18) o seu novo filme institucional. Uma produção que tem como principal objetivo apresentar ao público a história, os valores e a essência da cooperativa. O lançamento ocorreu no Cinema do Pátio Shopping Chapecó com a participação de colaboradores, famílias de empresários rurais, imprensa e equipe de produção. Os convidados foram recebidos com coquetel e brindes personalizados.

O filme, que destaca a atuação da Aurora Coop desde o campo até a entrega de alimentos para consumidores no Brasil e no mundo, é avaliado pelo diretor presidente Neivor Canton como um reflexo da grandiosidade da cooperativa e das pessoas que a compõem. “Todos nós estamos a serviço dos objetivos dos nossos produtores. Esse é um projeto admirado, não existe similar. É uma responsabilidade e um orgulho. Esperamos, obviamente, que à medida que os anos passem, as futuras gerações aprimorem essa história e garantam sua continuidade”, sublinhou, ao frisar a essência do sistema cooperativista.

“SOMOS AS MILHARES DE HISTÓRIAS QUE FORMAM A NOSSA”

Como forma de valorizar as pessoas, os espaços e ambientes relacionados ao sistema, todos os personagens do filme são pessoas reais da cooperativa. O convite para atuar foi uma surpresa para Angelita Santos, colaboradora há 12 anos, que descreveu a honra de ser reconhecida. “No primeiro momento, pensei: ‘Será que vou ser capaz de representar todos os colaboradores? Mais de 47 mil funcionários?’ Era uma grande responsabilidade, mas participei junto com meu filho, o que tornou a experiência ainda mais emocionante”, destacou.

Seus filhos, João Vitor, de 24 anos, e Anna Laura, de 15 anos, iniciaram a trajetória profissional na Aurora Coop por meio do Programa Jovem Aprendiz. Isso demonstra, na visão de Angelita, a base da cooperativa como uma grande família que acolhe, ensina e faz crescer. “A Aurora Coop não é importante apenas para nós, colaboradores, mas para toda a comunidade. Onde há uma unidade agrícola, industrial ou comercial, há fartura, emprego, desenvolvimento e benefícios para as pessoas”, salientou a colaboradora.

Uma das famílias que integra o sistema e que também participou do novo vídeo foi a do avicultor Ademar José Vitorassi. Ele e os demais familiares relataram o sentimento de orgulho ao ver anos de trabalho investidos na propriedade sendo apresentados para o mundo. “É, sinceramente, indescritível falar de nós, da nossa atividade sendo reconhecida. Essa experiência foi uma injeção de ânimo para cuidarmos mais da propriedade e ver que vale a pena a gente se esforçar e fazer as coisas bonitas para o bem-estar da família e de quem visita”, afirmou o empresário rural, que também deixou um conselho para os colegas avicultores. “A Aurora Coop é uma alavanca para que a gente possa se sentir bem lá no interior. Vamos cuidar cada vez mais e nos esforçar cada vez mais, porque ainda vale a pena trabalhar e ser reconhecido”.

SOBRE A PRODUÇÃO

O projeto envolveu cerca de 30 profissionais durante seis meses, com gravações realizadas em unidades industriais, propriedades rurais e outros cenários, totalizando 10 dias de filmagem. Com duração de aproximadamente cinco minutos, o resultado foi uma narrativa que combina uma linguagem acessível com a estética cinematográfica.

A coordenadora corporativa de Comunicação Social da Aurora Coop, Jaqueline Schmitt, explicou que “apesar do filme ter apenas 5 minutos, pensar na sua concepção levou, pelo menos, um ano. Desde a ideia inicial, a criação, o desenvolvimento, tudo isso foi sendo ajustado até chegarmos à conclusão de que tínhamos um caminho”. Ela salientou que, por ser o primeiro filme em que a marca Aurora Coop está em destaque, o evento de exibição em um cinema também teve o objetivo de valorizar todos que se envolveram para a concretização desse grande projeto.

Contar uma história é sempre uma grande responsabilidade, ainda mais com o avanço dos formatos e a popularização de vídeos curtos, como pontuou o diretor de criação da Agência T12, João Lucas. “Este filme, por exemplo, foi adaptado para diferentes versões, redes sociais e com legendas e edições específicas para feiras internacionais. Tudo isso pois a Aurora Coop tem uma relevância global, o que torna o trabalho ainda mais desafiador e gratificante”, reiterou ao afirmar que a produção não foi criada apenas para apresentar números, mas para contar a história das pessoas que tornam a cooperativa ainda mais singular.

O responsável por executar o projeto, Alexandre Fachin, diretor de cena e diretor da Casa na Árvore Filmes, evidenciou que considera uma tarefa complexa contar a história do sistema ao longo dos anos. “Esse é o quinto filme desse tipo que faço para a cooperativa. Queríamos que esse institucional fosse diferente, com uma projeção maior e que representasse grandiosidade. Por isso, escolhemos uma abordagem cinematográfica desde o início, utilizando uma ótica de cinema para construir as imagens e criar algo impactante”.

O resultado, fortemente aplaudido pela sala lotada do cinema, emocionou as equipes, diretores, colaboradores, famílias e demais personagens que fazem parte dessa história. O filme está disponível no canal oficial do YouTube da Aurora Coop e pode ser acessado por meio do link: http://li.cnm.org.br/r/6Ntw80
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Sicoob libera R$ 26,7 bilhões em crédito rural na safra 2024/25

Regiões Sul e Sudeste representam mais de 70% do crédito concedido no período

Entre julho e novembro deste ano, as contratações via Plano Safra no Sicoob registraram um aumento de 16% em comparação ao mesmo período de 2023. Com mais de R$ 26,7 bilhões liberados, a instituição financeira cooperativa está entre os principais agentes financiadores do agronegócio brasileiro.

Para o diretor Comercial e de Canais do Sicoob, Francisco Reposse Junior, esse resultado demonstra a confiança dos produtores rurais na instituição e na sua capacidade de oferecer soluções personalizadas para atender às necessidades do setor.

De acordo com o executivo, as linhas relacionadas ao BNDES tiveram um crescimento exponencial nesta Safra em relação a 23/24. “Foi liberado 60% a mais do que o mesmo período do ano passado, isso representa um valor de mais de R$ 1,5 bilhão”, explica Reposse. 

Outro destaque foi o Pronaf, que teve um crescimento de 70%, com o repasse de R$ 409 milhões, reforçando o compromisso do Sicoob de apoiar os pequenos produtores do Brasil. 

“Estamos comprometidos em apoiar o produtor rural em seus investimentos e no desenvolvimento sustentável de suas atividades. Com uma rede de atendimento presente em todas as regiões do Brasil, oferecemos soluções financeiras adaptadas às necessidades específicas do agronegócio, contribuindo para o avanço do setor em diversas culturas e atividades. Seja no cultivo de grãos, na pecuária ou em outras atividades agrícolas, as soluções financeiras do Sicoob possibilitam investimentos em tecnologia, infraestrutura e custeio da produção, impulsionando o desenvolvimento do agronegócio no Brasil”, ressalta o executivo.

Na agricultura, o Sicoob tem como principais focos o café, cana-de-açúcar, soja e milho. Já na pecuária, destacam-se a produção de leite, de gado de corte e o setor de aves e suínos. As duas regiões que mais demandaram crédito rural nestes cinco meses foram o Sudeste, com mais de R$ 13,3 bilhões, e o Sul, com mais de R$ 6,3 bilhões. Somadas, ambas representam mais de 70% do crédito concedido no período. 

Recursos
O Sicoob espera liberar cerca de R$ 53,4 bilhões em crédito rural na Safra 24/25. Este valor representaria um aumento de 10% em relação à Safra 23/24, quando a instituição alcançou R$ 48,4 bilhões em financiamentos, principalmente voltados para pequenos e médios produtores. Essa projeção converge com o crescimento constante do Sicoob no setor: na Safra 22/23 a liberação foi de R$ 37,5 bilhões, valor que cresceu 29% no ano safra seguinte.

Fonte: Sicoob – Assessoria de Imprensa (com adaptação da Central SC/RS).

Unimed Grande Florianópolis e PGE promovem evento em Florianópolis 

Unimed Grande Florianópolis e PGE promovem evento em Florianópolis 

Temas como a judicialização na saúde e fraudes contra os planos de saúde foram abordados

A Unimed Grande Florianópolis organizou em parceria com a Procuradoria Geral do Estado o V Ciclo de Palestras do Núcleo de Ações Repetitivas de Assistência à Saúde (Naras), que discutiu os dilemas públicos e privados do fenômeno da judicialização na saúde. Cerca de 120 procuradores do Estado catarinense, magistrados, servidores públicos e operadores jurídicos da área da saúde se reuniram na Escola Superior da Magistratura do Estado (Esmesc) para acompanhar três painéis que discutiram temas como fraudes na saúde, o cuidado com indivíduos dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e novos modelos de desjudicialização na esfera da Saúde.

Fraudes contra os planos de saúde
O primeiro painel do Ciclo de Palestras, intitulado Fraude na Saúde: Casos Práticos e Impactos Sociais e Financeiros, foi mediado pela juíza Maira Salete Meneghetti, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).O evento destacou os principais desafios enfrentados pelo setor de saúde suplementar devido às fraudes, que comprometem a sustentabilidade financeira das operadoras e a função social dos planos de saúde. Foram abordados os diferentes tipos de fraudes, incluindo contratações fraudulentas, reembolsos indevidos e métodos terapêuticos sem comprovação científica.Especialistas discutiram os impactos dessas práticas, como o aumento da sinistralidade, reajustes elevados nas mensalidades e a judicialização excessiva, além da perda de confiança dos beneficiários.Também foram apresentadas soluções baseadas na colaboração entre operadoras, Judiciário e reguladores, incluindo o uso de inteligência artificial para detectar e prevenir fraudes, o fortalecimento das auditorias internas e a necessidade de avanços legislativos para uma regulação mais eficaz.

Com 16 palestrantes ao longo do dia, a quinta edição do Ciclo de Palestras buscou discutir as possibilidades de conciliação e redução de litigância na área da saúde, que hoje é responsável por um grande volume de processos em tramitação no judiciário catarinense. A mesa de abertura reuniu o presidente da Unimed Grande Florianópolis, Dr. Jalmir Rogério Aust, o procurador do Estado Thiago Aguiar de Carvalho, coordenador do Naras, e Fabiana Guardini Nogueira, procuradora-chefe do Cest. Também compuseram a mesa a coordenadora do Comitê Estadual de Saúde, juíza Cândida Inês Zoellner Brugnoli e o 2° vice-presidente da Associação de Magistrados Catarinenses, desembargador aposentado Salim Schead dos Santos. A palestra de abertura, ministrada pela Juíza Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) Luciana da Veiga Oliveira e mediada pela procuradora do Estado Flávia Dreher, abordou uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) na área da saúde: o Tema 1234. Decorrente de recurso extraordinário de autoria da procuradora, o Tema reconhece a necessidade de responsabilizar também a União pelas despesas da judicialização da saúde, especialmente no fornecimento de medicamentos. A juíza acompanhou o julgamento da ação, e participou da formulação do acórdão entre os entes federativos e a União. Em sua palestra, ela apresentou os principais pontos da decisão e seus impactos para a saúde pública.


A procuradora do Estado Flávia Dreher falou sobre a Litigância predatória no setor de saúde e a sobrecarga do Judiciário, que segundo ela, é entendida “como o desvio ou manifesto excessivo do direito de acesso ao Poder Judiciário, comprometendo a capacidade de prestação jurisdicional e o acesso a esse direito por outras pessoas”. 

“Esse fenômeno favorece o aumento da judicialização na área da saúde, e compromete o atendimento do Executivo e do Judiciário a outras demandas essenciais para o Estado, além de gerar gastos públicos consideráveis”, explicou a procuradora. 

O Ciclo de Palestras, intitulado Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Foco, teve início com a exposição ministrada pelo médico Adilson Luiz Bernardino, que abordou as principais inovações no diagnóstico e no tratamento do TEA. Em seguida, o doutor em neurociências Hiago Melo apresentou a palestra Medicina baseada em evidências: terapia para o espectro autista, que tratou sobre alternativas de abordagem terapêutica e tratamentos eficazes para indivíduos no espectro, especialmente na área da Análise do Comportamento Aplicado (ABA na sigla em inglês). 

 O último painel do Ciclo de Palestras, mediado pela juíza Cândida Brugnoli, discutiu "Novos Modelos de Desjudicialização na Esfera da Saúde", focando em estratégias para reduzir a litigância. Juliana Ribeiro Goulart, da PGE/SC, falou sobre as iniciativas de desjudicialização, como a Câmara Administrativa de Solução de Conflitos, ressaltando os custos da judicialização. O juiz André Alexandre Happke abordou o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), enquanto o médico Leandro Figueira destacou as iniciativas de atenção primária à saúde no Hospital Albert Einstein. A assessora jurídica do MP-PR encerrou o painel discutindo os desafios da "obstinação terapêutica" no atendimento a pacientes terminais, enfatizando seus direitos e a liberdade de escolha no tratamento.

O desembargador Edir Josias Silveira Beck proferiu a palestra de encerramento do Ciclo de Palestras promovido pelo Núcleo de Ações Repetitivas de Assistência à Saúde da Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC). Intitulada "Judicialização da saúde suplementar: reflexões e desafios na visão do Poder Judiciário", a palestra abordou os impactos do elevado volume de litígios no funcionamento da Justiça catarinense e a necessidade de soluções para esse problema.

Fonte: Assessoria de Imprensa Unimed Grande Florianópolis

Conexão que transforma: SESCOOP/SC finaliza treinamento com ênfase no fortalecimento de equipe

Conexão que transforma: SESCOOP/SC finaliza treinamento com ênfase no fortalecimento de equipe

Com o objetivo de impulsionar o processo de desenvolvimento da equipe interna do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC), foi realizado, no dia 13 de dezembro, o último encontro do Programa de Desenvolvimento Interno do SESCOOP/SC, com a palestra “Conexão que Transforma: Somos SESCOOP/SC”.

O encontro fez parte de um ciclo de treinamento iniciado em setembro deste ano, que teve como foco a construção de uma jornada de crescimento profissional e fortalecimento das relações interpessoais. A iniciativa buscou despertar conhecimentos, insights e atitudes que contribuam para o aprimoramento de habilidades e promovam o crescimento profissional.

A palestra de encerramento foi um momento de integração e inspiração, que resgatou as principais reflexões dos encontros anteriores, fortaleceu os laços da equipe e renovou a motivação para os desafios de 2025.

Fonte: Assessoria de Comunicação Interna do Sistema OCESC.

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