Estão abertas as inscrições para o Encontro de Secretariado Executivo das Cooperativas Catarinenses (ESECOOP), promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (SESCOOP/SC). O evento será realizado presencialmente nos dias 23 e 24 de outubro, no Hotel Canasvieiras Internacional (HCI), em Florianópolis/SC.
O ESECOOP é um evento gratuito, voltado exclusivamente para profissionais de secretariado executivo das cooperativas catarinenses. O encontro visa proporcionar um espaço de aprendizado e troca de experiências entre os profissionais, abordando temas relevantes para o desenvolvimento de competências profissionais e habilidades práticas na era digital.
As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de outubro, pela plataforma CapacitaCoop
/SC. Para mais informações entre em contato por e-mail

Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) promoveu uma palestra online sobre saúde integral e qualidade de vida nesta segunda-feira, 23. A capacitação gerou reflexões sobre hábitos, emoções, boas relações e o equilíbrio entre corpo e mente.
Transmitido pela plataforma CapacitaCoop/SC
, a palestra foi direcionada aos colaboradores das cooperativas de Santa Catarina, com o objetivo de apresentar o conceito de saúde integral, abrangendo aspectos físicos, mentais e emocionais, oferecendo estratégias práticas para melhorar a qualidade de vida por meio da promoção da saúde.
A palestrante Tatiane Araújo, psicóloga e treinadora de equipes e líderes, explicou o que significa qualidade de vida e a importância de estar bem consigo mesmo. “Qualidade de vida começa com o bem-estar físico; é sobre se sentir bem e estar saudável. E para garantir isso, eu ofereço ferramentas ao meu corpo para que ele me ajude a desempenhar bem as funções que eu preciso desenvolver”, destacou.
Para mais informações sobre nossos treinamentos, fique atento aos informativos em nossos canais de comunicação e acesse a plataforma CapacitaCoop/SC
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Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC.
Com foco em promover uma agricultura ainda mais eficiente, rentável e sustentável na cadeia leiteira catarinense, a Organização do Estado de Santa Catarina (OCESC) está atuando com apoiadora do X Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite.
O evento acontece entre esta quarta e sexta-feira, 24 e 27 de setembro, no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira, em Florianópolis. Nesta edição, o tema central é “qualidade do leite: um olhar para o futuro, inovação e sustentabilidade”.
“Santa Catarina tem duas indústrias cooperativas e mais de 20 cooperativas que atuam na área de produção leiteira, alimentando uma cadeia de geração de valor e renda importante para o estado. Apoiar eventos como o CBQL é fortificar sustentabilidade, começando pela parte técnica”, ressalta o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.
Fonte: Comunicação Interna OCESC.
VANIR ZANATTA
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)
A conectividade tornou-se uma condição essencial para o aumento da produtividade e para a elevação da qualidade de vida no campo ao lado de outros fatores, como estradas, escolas, unidades de saúde, energia elétrica e programas de formação profissional rural.
Uma nova exigência desses tempos de conectividade total e de transformação digital é a internet no meio rural. O sucesso no campo é orientado pela ciência. Os resultados obtidos em melhoria da sanidade e no aumento da produtividade, da produção e da qualidade nas áreas da agricultura, da pecuária, da piscicultura, da silvicultura e do extrativismo, entre outros, são integralmente devidos ao emprego de tecnologia.
Todas as ferramentas digitais e as tecnologias disponíveis são acessadas pela internet, especialmente as ações educativas e instrucionais que ocorrem de forma remota, ganhando mais importância ainda a reivindicação por internet de qualidade no campo.
As cooperativas poderiam participar desse esforço, como já vem reivindicando a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), mas hoje alguns entraves na legislação impedem que esta atividade seja exercida com plenitude. É evidente que as cooperativas podem ser cada vez mais uma ferramenta eficiente e viável para levar internet ao campo, trazendo também capilaridade e facilitação do acesso às novas tecnologias 4.0, permitindo que seus associados possam colaborar mutuamente para instalação da infraestrutura necessária para levar conectividade às propriedades rurais, a custo muito inferior ao que seria necessário caso a instalação fosse realizada por terceiros.
Para isso é necessário garantir segurança jurídica para que as cooperativas possam ofertar serviços de telecomunicações para a população e fomentar políticas públicas que utilizem o cooperativismo como ferramenta para a expansão da conectividade no meio rural.
Por outro lado, necessário se faz instituir, em regulamentações e na Lei Orçamentária Anual, a garantia de recursos adequados para a devida implementação da política de conectividade no campo. Segundo o último Censo Agropecuário (2017), 71,8% das propriedades rurais do país ainda não possuem acesso à internet.
Neste contexto, pela sua abrangência e capilaridade, as cooperativas são peças fundamentais como arranjo produtivo viável para impulsionar a conectividade no interior, desde que haja condições de financiamento a custo acessível e um ambiente regulatório favorável. Como um importante avanço, a Lei 14.109/2020 permitiu que recursos represados do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) possam ser utilizados como linhas de crédito, investimentos estatais ou garantia para projetos do setor.
Em Santa Catarina ocorreu uma tentativa muito alvissareira. Em 2021, a Assembleia Legislativa aprovou um criativo projeto de lei do Poder Executivo que viabiliza a instalação de redes de fibra ótica para levar serviços de internet com qualidade para o campo. Essa lei autoriza as concessionárias ou permissionárias de distribuição de energia elétrica a compartilharem sua infraestrutura para a passagem de cabos do serviço de telecomunicação nas áreas rurais, sem nenhum custo. Após sancionada a lei, quatro municípios – Pinhalzinho, Vargeão, 13 de Maio e Orleans – foram beneficiados em uma fase de implantação experimental. Com a mudança de governo, porém, o programa foi paralisado.
A vantagem do programa catarinense é que as empresas de telecomunicações não precisam pagar tarifas ou taxas para a utilização desses postes. Em contrapartida, as concessionárias de distribuição de energia elétrica podem utilizar os serviços de internet gratuitamente. Como se sabe, o aluguel dos postes é um dos maiores impeditivos para a instalação de fibra ótica no interior.
A atual Administração Estadual precisa retomar esse programa, pois trata-se de um grande avanço. Constitui também uma conquista para os jovens que vivem e trabalham no meio rural: eles passam a ter acesso a todos os produtos educacionais, culturais e recreativos ancorados na internet. O Sistema S (notadamente Sescoop, Senar e Sebrae) podem utilizar essa estrutura para intensificar a capacitação on-line dos produtores.
A revolução do conhecimento chega ao campo de forma mais célere pela internet. É notório que o emprego articulado das tecnologias tem impacto transformador nas cadeias produtivas. Mas tudo isso depende da internet. A conectividade é uma das facetas da cooperação.
Ao longo desta quarta-feira, 18, o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta, esteve em visita a cooperativas no Sul de Santa Catarina. O roteiro visou reforçar o relacionamento, ampliar a compreensão sobre as demandas e o entendimento de como o Sistema pode atuar para supri-las.
Zanatta se reuniu com lideranças da Cooperativa Regional Agropecuária Sul Catarinense (COOPERSULCA) e da Sicoob Credisulca. O presidente pôde ouvir os desafios que as cooperativas enfrentam atualmente e as sugestões de soluções que possam ser aplicadas por meio do Sistema OCESC.
"Este movimento de aproximação com as cooperativas é essencial para garantir que as necessidades sejam plenamente compreendidas e, dentro dos limites de atuação do Sistema, atendidas. Precisamos entender de perto o que as move, o que as desafia, para que possamos desenvolver soluções cada vez mais eficazes para nosso o cooperativismo", afirmou Zanatta.
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