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“Aprendendo a Negociar” foi tema de palestra promovida pelo SESCOOP/SC

“Aprendendo a Negociar” foi tema de palestra promovida pelo SESCOOP/SC

No cooperativismo, a negociação desempenha um papel fundamental, envolvendo a troca de informações, concessões e compromissos para alcançar resultados positivos para todas as partes envolvidas. Diante disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) promoveu, na quinta-feira, 12, a palestra online “Aprendendo a Negociar”, oferecida aos empregados das cooperativas catarinenses.

A palestra foi realizada na plataforma CapacitaCoop/SC
, e teve como objetivo apresentar as tendências do mercado, além de promover o desenvolvimento de habilidades de postura e comunicação em negociações que envolvem cooperados, colaboradores, clientes e fornecedores. O palestrante foi Rogério Silva, profissional com mais de 20 anos de experiência na gerência industrial, graduado em administração de empresas e MBA em controladoria custos e finanças.

Durante o evento, Silva explicou o que é negociar e a importância disso na vida das pessoas, “a negociação é um processo de comunicação cujo objetivo é chegar a um acordo mutuamente benéfico, ou seja, é preciso encontrar uma solução que seja boa para todos os envolvidos, o que exige planejamento e preparação. Negociar é essencial, e as pessoas precisam sair das situações com a sensação de que fizeram um bom negócio”, declarou.

Para mais informações sobre nossos treinamentos, fique atento aos informativos em nossos canais de comunicação e acesse a plataforma CapacitaCoop/SC
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Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC.

A importância da pesquisa agropecuária

A importância da pesquisa agropecuária

VANIR ZANATTA
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)

O acelerado desenvolvimento do setor primário da economia, nas últimas décadas, resultou dos avanços da pesquisa científica na esfera da Embrapa, das Universidades, dos centos de pesquisa privados e dos grandes grupos da indústria da alimentação. De um lado, a pesquisa para gerar conhecimento que fundamenta as novas tecnologias; de outro, a aquisição dessas tecnologias para aplicação na produção.

Apesar disso, ainda é necessário fomentar a pesquisa agropecuária brasileira para turbinar os níveis de investimento público em patamares equivalentes aos dos principais concorrentes do Brasil no mercado mundial. O caminho natural é a Embrapa, capitaneando uma cadeia de pesquisa, que envolve as Universidades e outros centros de pesquisa. A ideia é fortalecer as ferramentas de gestão de órgãos públicos e estimular as parcerias público-privadas, inclusive com cooperativas agropecuárias, com o fomento de estudos que efetivamente contribuam para o maior desenvolvimento, sustentabilidade e competitividade do setor agropecuário. Essa integração pode facilitar a captação de investimentos na geração de inovações de alto impacto para o enfrentamento dos desafios do agro brasileiro.

Em Santa Catarina, por exemplo, que se destaca no incremento da produção de leite, esse reforço na pesquisa poderia começar com a instalação de um núcleo de pesquisas voltadas ao gado leiteiro, com ênfase para forrageiras. Nas pequenas unidades de produção a atividade proporciona importante fonte de renda para as famílias rurais. A atividade exibe notável desenvolvimento técnico da produção, especialmente da genética e sanidade.

Quinto produtor nacional, o setor tem sofrido uma intensa concentração da produção. Para a pecuária leiteira tornar-se mais competitiva, há a necessidade da pesquisa de forrageiras para identificar variedades mais adaptadas à região. A melhoria da qualidade da alimentação do rebanho proporcionará um salto notável na elevação da produção e da renda dos produtores.

A proposta consiste na instalação de uma unidade da Embrapa no Estado de Santa Catarina para a pesquisa de forrageiras e outras tecnologias voltadas à produção de leite e, também, gado de corte. Os pastos hoje utilizados, via de regra, são de espécies provenientes de regiões distantes e de baixa adaptação ao microclima, resultando em limitado desenvolvimento e baixa eficiência nutricional.

A empresa mantém em Concórdia a Embrapa Suínos e Aves, com pesquisas em suínos e aves e tecnologias correlatas, especialmente de proteção ao meio ambiente. O novo núcleo de pesquisa poderia ser criado junto a Embrapa de Concórdia (SC). O foco seria a produção e manejo de forragem, o que geraria conhecimentos para a melhoria da alimentação animal, além da possibilidade de agregar valor ao leite pelo sistema de produção a pasto.

Atualmente, a Embrapa desenvolve pesquisas voltadas à pecuária de leite em três unidades: a de gado de leite, voltada às soluções para o desenvolvimento sustentável do agronegócio do leite em Juiz de Fora (MG); a unidade  Pecuária Sudeste, com ênfase na eficiência e sustentabilidade da produção em São Carlos (SP) e a unidade Pecuária Sul que desenvolve pesquisas em bovinocultura de corte e leite, ovinocultura e forrageiras nos campos sulbrasileiros, compreendidos pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em Bagé (RS).

As cooperativas agropecuárias são atores estratégicos no apoio aos programas de  pesquisa científica, como testemunham inúmeras ações em passado recente.

Palestra do SESCOOP/SC destaca impactos do assédio no ambiente de trabalho e promove reflexão sobre o tema

Palestra do SESCOOP/SC destaca impactos do assédio no ambiente de trabalho e promove reflexão sobre o tema

O assédio no ambiente de trabalho tem se tornado uma preocupação cada vez maior. Tais comportamentos são significativos para o adoecimento emocional no ambiente organizacional. Com o objetivo de conscientizar os empregados das cooperativas catarinenses, na última segunda-feira, 09, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) promoveu uma palestra online para abordar o tema, ministrada por Rose Vendrami, filósofa e especialista em ética empresarial.

Vendrami caracterizou o assédio moral e sexual no trabalho e como isso impacta nas relações trabalhistas. “Assédio moral são comportamentos que desrespeitam, causam constrangimento, humilhação, e que ocorrem com certa frequência. Já o assédio sexual são comportamentos que revelam uma intenção sexual sem a receptividade da outra parte, sendo caracterizado como assédio sexual desde o primeiro incidente”.

Além disso, a palestrante enfatizou a importância de criar um ambiente de trabalho humanizado, destacando a necessidade de corresponsabilidade de todos e a criação de canais de denúncia seguros e anônimos. Essas medidas visam garantir a proteção e o bem-estar dos empregados e além de promover um ambiente de trabalho respeitoso e seguro.

Para mais informações sobre nossos treinamentos, fique atento aos informativos em nossos canais de comunicação e acesse a plataforma CapacitaCoop/SC
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Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC

Copercampos recebe licenças para construção da primeira indústria de etanol de Santa Catarina

Copercampos recebe licenças para construção da primeira indústria de etanol de Santa Catarina

Esta será a primeira indústria flex do Brasil, capaz gerar 15.000 MWh de energia por ano

A Copercampos deu um passo significativo em sua trajetória de inovação e sustentabilidade. No início de setembro, a cooperativa recebeu a autorização do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) para iniciar as obras da primeira Indústria de Etanol do estado. A concessão da Licença Ambiental Prévia (LAP) e da Licença Ambiental de Instalação (LAI) marca o início do projeto de industrialização dos cereais produzidos na região.

Com a liberação das licenças, a Copercampos deve iniciar em breve as obras de terraplanagem e, em seguida, dará início à construção da planta industrial. Este empreendimento promete transformar o cenário da produção de etanol em Santa Catarina, oferecendo uma alternativa sustentável e inovadora para a geração de energia renovável.

Esta será a primeira indústria flex do Brasil, construída com os mais altos padrões de tecnologia e eficiência. Ela terá capacidade para transformar milho e trigo em etanol, além de produzir o subproduto DDGs (grãos secos de destilaria com solúveis), utilizado na fabricação de rações. A nova indústria terá capacidade para produzir 3,7 milhões de litros de etanol hidratado, 32 milhões de litros de etanol anidro e de gerar 15.000 MWh de energia por ano.

Para o diretor-presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a conquista das licenças ambientais representa um marco para o futuro sustentável do agronegócio. "A construção da nossa Indústria de Etanol não apenas impulsionará a produção de biocombustíveis em Santa Catarina, mas também reafirma nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade. Estamos entusiasmados em avançar com este projeto que trará um desenvolvimento ainda maior ao agronegócio em nossa região", destacou Chiocca. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Copercampos.
Editado por: Assessoria de Comunicação Interna da OCESC.

Empoderamento feminino, união e inspiração marcam o 19º Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas

Empoderamento feminino, união e inspiração marcam o 19º Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas

Ao longo desta terça e quarta-feira, 10 e 11, o Sistema OCESC promoveu o 19° Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas. A caminho de completar 20 anos, o evento é um marco consolidado do Sistema e, nesta edição, reuniu mais de 1.200 participantes.

O tema que norteou a 19° edição do Encontro foi “Mulher, na ciranda da vida”, uma reflexão sobre o papel crucial da mulher em todas as esferas, especialmente no cooperativismo. Em um clima de entusiasmo e inspiração, as participantes foram estimuladas a fomentar a intercooperação, trocar experiências, desfrutar de apresentações artístico-culturais e ampliar os conhecimentos por meio de palestras.

No primeiro dia foi realizada a palestra “A arte se ser leve”, com a jornalista e escritora, Leila Ferreira. Leila abordou temas como a capacidade de resiliência e empatia das mulheres, fatores fundamentais para enfrentar os desafios cotidianos com mais equilíbrio e leveza.

No segundo dia os aprendizados ficaram por conta da jornalista Kareemi Dali, com a palestra "O poder dos ciclos femininos". Além de trabalhar o autoconhecimento e os ritos de passagem do corpo feminino, Dali fez um resgate histórico do papel da mulher ao longo dos séculos, apresentou o conceito das sociedades matricêntricas e demonstrou que o cooperativismo é intrínseco a elas.

“Hoje vemos o avanço significativo da participação feminina no cooperativismo de Santa Catarina, as mulheres já representam 48% do número total de empregados e 43% do total de cooperados. Elas são a prova de que a união e a cooperação transformam vidas. Juntos construiremos um cooperativismo ainda mais forte, que trabalha para o bem da comunidade e que molda um futuro próspero para todos”, destacou o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

Foto: Elis Pereira.

Fonte: Assessoria de comunicação interna do Sistema OCESC.

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